EDUCANDÁRIO HUMBERTO DE CAMPOS PROMOVE O SEMINÁRIO EDUCADOR TRANSFORMADOR

Entre os dias 23 a 24 de agosto, Alto Paraíso de Goiás recebeu o Seminário Educador Transformador, promovido pelo Educandário Humberto de Campos (EHC), com apoio da Organização Social-Espírita André Luiz (OSCAL), entidade mantenedora da escola, e do IPEARTES, Instituto de Ensino, Pesquisa e Extensão em Arte Educação e Tecnologias Sustentáveis, da Secretaria de Estado da Educação de Goiás – SEDUC/GOIÁS. O Seminário, fruto do “Intercâmbio Educador Transformador“, concebido pelos educadores da instituição juntamente com Antônio Sagrado Lovato, cineasta e ex-coordenador do programa Escolas Transformadoras, da Ashoka, e Amanda Matta, pesquisadora em educação, teve o objetivo de partilhar as práticas educacionais identificadas durante o intercâmbio e possibilitar espaço de troca de experiências e construção de propostas transformadoras entre os participantes, reunindo educadores e estudantes do EHC, do IPEARTES, da UNB – Universidade de Brasília e de toda a APA Pouso Alto.  

O projeto do Intercâmbio Educador Transformador faz parte do processo formativo permanente dos educadores do Educandário Humberto de Campos, visando a melhoria de suas capacidades técnicas, a execução do projeto educativo da escola, a divulgação e fortalecimento de práticas pedagógicas transformadoras na região da Chapada dos Veadeiros. Para sua realização, o Intercâmbio contou com a colaboração de amigos e parceiros, que forneceram passagens aéreas, hospedagem, deslocamento e alimentação. Além disso, a OSCAL contribuiu também com os custos de logística local e manutenção dos espaços em que o Seminário foi realizado, nas dependências do EHC. A proposta metodológica foi desenvolvida pela coordenação do projeto, a partir da elaboração de um diário de bordo que incluía ainda um questionário, com 100 questões formuladas para ajudar no olhar dos educadores em cada visita. Toda essa experiência desenvolvida pelo projeto ao longo do ano está sendo registrada pelo IPE MIDIALAB, coletivo de educomunicação do IPEARTES, para elaboração e publicação de um ebook e produção de um documentário, relatando a experiência.

Seminario Educador Transformador, realizado de 23 a 24 de agosto, no Educandário Humberto de Campos, em Alto Paraíso de Goiás – Foto: Delcio Gonçalves

A abertura do evento contou com uma apresentação artística do Coletivo de Arte Educação do IPEARTES, além das falas de Adriana Riquena, coordenadora pedagógica do Educandário Humberto de Campos, Fernando Trindade, coordenador da Cidade da Fraternidade, Celio Alan Kardec de Oliveira, coordenador da Organização Social-Espírita André Luiz (OSCAL), Alessandra Possebon, coordenadora do Conselho Gestor do EHC e uma das idealizadoras do Intercâmbio Educador Transformador, Adriano dos Santos Boaventura, representante dos pais e familiares do EHC, além de Wesley Carvalho dos Santos e Liriel Raquel Silva Soares, educandos do 5º ano do EHC. 

Celio Alan Kardec de Oliveira, coordenador da Organização Social-Espírita André Luiz – OSCAL, dia 23 de agosto – Foto: Delcio Gonçalves

Alessandra Possebon contou como surgiu a ideia do Intercâmbio, e a forma como conseguiram realizá-lo coletivamente. Apresentou também as diretrizes e metodologias aplicadas no Educandário Humberto de Campos atualmente e compartilhou como essa experiência trouxe empoderamento em suas ações e novos paradigmas para a comunidade escolar. Em sua fala, Alessandra destacou a “importância do conceito do Bem Viver para nossa escola, que é um conceito que também rege o IPEARTES, nosso parceiro nessa construção. Pensar o que significa a plenitude do Viver, questionar o que é viver com plenitude? O que é viver realmente conectado? Conectado no sentido de interligado com a natureza, com as relações, com a nossa responsabilidade uns com os outros. Essa é a centralidade da nossa matriz pedagógica e lá no centro estão os sujeitos, não apenas os educandos, mas todos dessa comunidade, em constante relação de aprendizado“.

Alessandra Possebon, diretora do EHC e uma das idealizadoras do Intercâmbio Educador Transformador – Foto: Delcio Gonçalves

Os educadores do EHC compartilharam as experiências significativas vivenciadas nos intercâmbios. Os debates sobre cada escola possibilitaram o esclarecimento de dúvidas e aprofundamento da discussão sobre temas específicos. Os educadores Patrícia Alves de Macedo e Gabriel do Nascimento Feitosa, apresentaram a vivência que tiveram na Escola Waldir Garcia, localizada em Manaus, no Estado do Amazonas. Fundada em 1987, a escola atende 226 alunos do ensino fundamental em uma região de extrema vulnerabilidade social e, além da relação estreita com a comunidade, a Waldir Garcia também se destaca por ser um espaço aberto à diversidade, acolhendo muitos alunos imigrantes de países que vivem crises humanitárias, como Haiti e Venezuela. Patrícia relatou a centralidade da matriz pedagógica da escola, onde o “o projeto é ilustrado em forma de mandala circular, onde a criança e sua individualidade ocupam o centro do círculo, rodeado por todas as áreas do conhecimento que envolvem seu aproveitamento matemático, artístico, linguístico, histórico e filosófico, integralmente ligados a vida pratica do estudante. Assim como no EHC, os Grupos de Responsabilidade e a relação de tutor-tutorando enfatizam a atenção direta ao contexto individual do educandos.” 

Gabriel do Nascimento Feitosa e Patrícia Alves de Macedo, educadores do EHC, em fala durante o Seminário – Foto: Delcio Gonçalves

A educadora Edvânia Vieira da Silva apresentou sua experiência no CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos CAMPO LIMPO, situado na zona sul da cidade de São Paulo, espaço acolhedor e permanentemente aberto para toda a comunidade. O CIEJA Campo Limpo é referência na Educação de Jovens e Adultos, por atender e ouvir sua população de forma indiscriminada, aberta e cidadã. O centro surgiu com a proposta de atender alunos excluídos da educação e, por meio da Educação Popular, acolhe um público bastante diverso: adultos, jovens e alunos em inclusão, da região do Capão Redondo, um dos bairros mais violentos de São Paulo.

Edvânia Vieira da Silva apresentou sua experiência no CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos CAMPO LIMPO, no Capão Redondo (SP)- Foto: Delcio Gonçalves

Na sequencia, foi compartilhada a experiência no SERTA – Serviço de Tecnologia Alternativa, escola que oferece Ensino Técnico de Formação Profissional em Agroecologia para 1.250 estudantes em duas unidades em Pernambuco, com a educadora Gisele Mota. Fundado em 1989 a partir da mobilização de um grupo de agricultores, técnicos e educadores que desenvolviam em comunidades rurais a melhoria da propriedade e da renda e o uso de tecnologias apropriadas. Durante 18 meses, em regime de alternância, os educandos ficam por uma semana nas unidades de ensino e por três semanas com a família e a comunidade, desenvolvendo pesquisas, leituras, escritas, mobilização social e tecnologias nas propriedades que residem ou compartilham, para que apliquem, sob o acompanhamento e orientação dos professores, a metodologia aprendida.  

Gisele Mota, compartilhou seu intercâmbio no Serviço de Tecnologia Alternativa (SERTA), localizado em Glória do Goyta (PE)  – Foto: Delcio Gonçalves

Gisele Mota, Edvânia Vieira e Priscila Marília Martins, educadora do IPEARTES, graduada em Letras pela Universidade Federal de Goiás – UFG, bacharel e licenciada em Língua Portuguesa e Literatura  e mestra em Direitos Humanos pela mesma instituição, formaram a mesa de debate, abordando os temas: Multiculturalidade, Educação Popular e Como dialogar com contextos violentos e desfavoráveis. No final da tarde, foram exibidos dois episódios da série “Corações e Mentes”, que retrata algumas das escolas visitadas e, após o jantar, os educadores e estudantes prestigiaram um Sarau com fogueira, possibilitando a troca de experiências e momentos prazerosos de convivência entre os participantes do Seminário.

Sarau com fogueira, dia 23 de agosto, no Seminário Educador Transformador, no EHC – Foto: Delcio Gonçalves

No sábado, dia 24 de agosto, os educadores Alessandra Possebon, Edson César Marques e Adriana Riquena, do EHC, compartilharam a vivência na Escola Nossa Senhora do Carmo, mais conhecida como Escola do Carmelo, localizada na área rural de Bananeiras (PB), que atende mais de 18 comunidades ao redor. Criada em 2005, a escola atuou com a Educação de Jovens e Adultos (EJA) inicialmente e, em 2007, passou a funcionar em prédio próprio, construído em parceria com os Irmãos Maristas e com a Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). Com um currículo inserido de forma transdisciplinar, a escola valoriza o trabalho em equipe e o protagonismo, não só dos educandos, mas também dos educadores e da comunidade que atende. 

Círculo de debate sobre Afetividade na Escola, dia 24 de agosto, durante o Seminário – Foto: Delcio Gonçalves

Os educadores Núbia Maria Fernandes Souza,  Flávia Abadia Fernandes Souza e Alex Aparecido Alves Chaves, do EHC, compartilharam a experiência na Escola do Parque da Cidade Promoção Educativa do Menor – PROEM, também conhecida  como Escola do Parque da Cidade, localizada em Brasília – DF. De período integral, a escola atende 92 alunos atualmente, a maioria dos jovens em situação de vulnerabilidade social. Devido ao perfil dos alunos do PROEM, o fortalecimento dos laços afetivos entre os educandos e educadores é essencial no processo que, além de amenizar o preconceito vivido pelos jovens, o peso da defasagem escolar e dos conflitos com a lei, torna-se um desafio para os educadores tratar os conflitos com amor e sobrepondo a exclusão social diária e trazendo novas perspectivas aos jovens. Na sequencia, a pesquisadora e estudante de pedagogia da UNB – Universidade de Brasília, Angélica Binato, foi convidada para integrar o círculo de debate sobre “Afetividade na escola”. Trazendo um relato emocionado sobre sua participação no Seminário, Angélica destacou a importância do compartilhamento de ações inovadoras na Educação entre a comunidade educadora e que esse movimento fortalece e inspira novas perspectivas e ações na prática escolar: “como já disse Paulo Freire, ‘a Educação é um ato de amor’, isso porque a gente é inacabado, a própria vida é inacabada. Somente nesse instância que o aprendizado acontece, o “acabamento” é a morte das coisas, o sepultamento das possibilidades infinitas de aprendizagem“.

Heitor Valença Cavalcante, educador do EHC, em fala durante o Seminário Educador Transformador, dia 24 de agosto – Foto: Delcio Gonçalves

As apresentações do Círculo de debate sobre Aprendizagem Ativa começaram pela Escola Municipal de Educação Infantil Gabriel Prestes, localizada na Rua da Consolação, na capital paulista. A escola tem como benefício um entorno “efervescente de possibilidades”, principalmente quando se pensa a conexão com os demais equipamentos territoriais para ampliar as possibilidades educativas das crianças, como a Biblioteca Mário de Andrade, Biblioteca Infanto-juvenil Monteiro Lobato, Praça Roosevelt, Parque Augusta, Sesc Consolação, Cemitério Consolação e outros espaços. A principal ferramenta educativa da escola é a roda de conversa, estendida para diversos contextos, nas relações entre professores, deles com seus estudantes, entre as crianças e no diálogo da escola com as famílias. Os educadores Heitor Valença Cavalcante, Eliane Ambrósio Campos e Telma Alves Borges, do EHC, visitaram essa escola e compartilharam com os presentes a vivência nesta escola que valoriza o brincar, as culturas e saberes infantis.

Luana Índia Villas Boas, coordenadora pedagógica do IPEARTES, em fala sobre a Aprendizagem Ativa – Foto: Delcio Gonçalves

Escola Estadual de Educação Profissional Alan Pinho Tabosa, situada no município de Pentecoste (CE),  atende 521 alunos de cinco municípios da região, predominantemente oriundos da zona rural. As educadoras do EHC, Carolina Menon, Ivonete Souza e Joyce  Ribeiro de Queiros  intercambiaram conhecimentos nessa escola e compartilharam sua experiência com os educadores presentes. A escola Alan Tabosa funciona em período integral e, além das disciplinas da base comum e das disciplinas complementares – como Projeto de Vida, Mundo do Trabalho, Formação para a Cidadania e Projetos Interdisciplinares –, oferece disciplinas profissionais para os cursos de Agroindústria, Aquicultura, Informática e Química. Uma parceria entre a Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) e a Universidade Federal do Ceará (UFC) permitiu a implantação da aprendizagem cooperativa em sala de aula, além da orientação e gestão pedagógica da escola pela UFC. Essa metodologia é definida como um conjunto de técnicas de ensino-aprendizagem em que os estudantes, liderados pelo professor, trabalham em pequenos grupos e ajudam-se mutuamente para resolver problemas e alcançar metas coletivas. 

Carolina Menon, educadora do EHC, em fala durante o Seminário Educador Transformador – Foto: Delcio Gonçalves

As educadoras Jackeline Sebastião, Elaine Cristina Rodrigues Silva Bastos, Roseny Lobo de Souza e Elenice Gonçalves da Silva, participaram de um período de imersão na escola Escola Vila Verde, que é uma escola particular que atende crianças e jovens em unidade próxima ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no município de Alto Paraíso de Goiás. Fundada em 2000 por um grupo de pais e mães, a escola intencionava oferecer uma educação diferenciada às crianças da região. Em 2013, a instituição passou a ser parceira do Instituto Caminho do Meio, mantido pelo Centro de Estudos Budistas Bodisatva. Assim como o EHC, a Escola Vila Verde trabalha a partir da pedagogia de projetos, sendo uma referência em educação inovadora na região da APA de Pouso Alto.

Brunna Tupinambá, em fala sobre o intercâmbio com a Escola Luiza Mahin, durante o Seminário – Foto: Delcio Gonçalves

As educadoras Beatriz Nogueira, Brunna Tupinambá e Kirley Carvalho Machado visitaram a Escola Comunitária Luiza Mahin, sendo uma iniciativa da Associação de Moradores do Conjunto Santa Luzia, no bairro Uruguai, em Salvador, frente à necessidade diagnosticada na comunidade de um trabalho focado em educação e saúde. A escola traz em seu nome a forte representação e valorização da cultura afro-brasileira, sendo Luiza Mahin uma negra africana livre da Costa da Mina. A escola é idealizada e reverenciada por segmentos da sociedade brasileira associados aos movimentos negros e à valorização da história e cultura afro-brasileiras, sendo representada pela memória histórica como uma quitandeira que foi escrava de ganho e que sempre resistiu ao cativeiro. Segundo Kirley, essa escola homenageia esta grande mulher negra praticando seus ideais através da educação institucional. Busca a liberdade para as crianças estimulando a discussão de gênero, raça, pertencimento aos seus ‘erês’. Não bastam só os muros da escola, essa comunidade vai além dos muros, com o Banco Comunitário, abrigos de acolhimento, acompanhamento das famílias e várias redes de apoio a juventude, trazendo cultura, pertencimento e orgulho. Nesse intercâmbio eu aprendi o verdadeiro significado da palavra Liberdade, agucei meu sonho politico e me sinto preparada para resistir e apoiar as modificações que surgirão ao meu redor, sempre pelo caminho do Bem”.

Abordando o tema Afetividade – Um olhar atencioso para a realidade, a vivência “Passaporte da Leitura”, realizada pelo PROEM (DF) – Foto: Delcio Gonçalves

Após o Círculo de debate sobre Comunidade, os presentes se dividiram em grupos menores e puderam aprofundar as trocas e conhecer mais detalhadamente as metodologias aplicadas por cada escola, abordando os seguintes temas:

TEMA VIVENCIA ESCOLA
 Afetividade: Respeito e cuidados com as individualidades Círculo da Paz Escola Nossa Senhora do Carmo (PB)
Afetividade – Um olhar atencioso para a realidade  Passaporte da Leitura PROEM (DF)
Aprendizagem ativa na infância Cantinhos de Aprendizagem na Infância Escola Gabriel Prestes (SP)
Aprendizagem ativa – Roteiros de aprendizagem e tutoria Como a escola lida com os alunos especiais Escola Amorim Lima (SP)
Multiculturalidade –  Educação Popular Plante uma ideia, plante uma árvore – minha lembrança para o EHC SERTA (PE)
Multiculturalidade – Como dialogar com contextos violentos e desfavoráveis Sarau Literário CIEJA (SP)
Comunidade – Projeto que nasce do sonho de uma comunidade Saúde emocional – trabalhando a mandala da vida Escola Alan Pinho Tabosa (CE)
Comunidade Educadora – Concepção Politica do Sujeito Ritmos africanos e teatro fórum Escola Luiza Mahin (BA)
Fernanda Elias, educadora do IPEARTES, durante as vivências de encerramento do Seminário Educador Transformador – Foto: Delcio Gonçalves

Acesse AQUI a cobertura completa de fotos da II MOSTRA ARTÍSTICA do IPEARTES, disponíveis para download.

IPEARTES NO EDUCANDÁRIO HUMBERTO DE CAMPOS

Como escola-piloto para o desenvolvimento das pesquisas pedagógicas, o IPEARTES busca colaborar para implementação da Educação Integral e da Comunidade Educadora do EHC, de modo a facilitar espaços para o desenvolvimento integral do ser, fortalecendo o processo de aprendizagem e desenvolvimento cognitivo, emocional, corporal, social, criativo e transpessoal, possibilitando o empoderamento e protagonismo.

Dessa forma, as práticas pedagógicas buscam estimular princípios que fundamentam as práticas do IPEARTES, como:

Arte Educação, que busca posicionar-se e refletir acerca de visualidades relacionadas ao universo individual, da escola, da comunidade e de outras culturas; proporcionar a apreciação estética das artes: música, dança, teatro, artes visuais, audiovisual; e proporcionar a integração entre corpo, mente e criatividade.

Cultura de Paz Sustentabilidade, que buscam contribuir para o desenvolvimento de uma educação pautada em valores humanos.

Direitos Humanos e Diversidade, estimulando o desenvolvimento de cidadãos transformadores dos ambientes, por meio do desenvolvimento de habilidades, da formação de atitudes e de uma conduta ética, condizente ao exercício da cidadania, além de buscar fomentar discussões, reflexões e interpretações críticas sobre assuntos vigentes e peculiares da cultura brasileira em sua diversidade, violência doméstica, universo feminino, universo masculino, cultura afro-brasileira, cultura infanto-juvenil, pessoas com deficiências e espiritualidade.

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